Tecnologia química será discutida em Feira Internacional

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Pela primeira vez no Brasil, um evento de expertise internacional será realizado para ser o principal ponto de encontro para geração de grandes negócios da indústria química brasileira.

O universo tecnológico é ilimitado. São novos equipamentos lançados dia a dia, computadores, celulares, softwares, aparelhos domésticos, enfim… Até o momento, foram citadas apenas ferramentas que estão no cotidiano de qualquer pessoa. Mas isso não para por aí. A indústria, por exemplo, está a cada dia investindo em modernização no setor, tanto que essa nova etapa é chamada de Indústria 4.0, em referência às três Revoluções Industriais.

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Foto: Divulgação

Por se tratar de um tema que ainda gera muitos debates, ele será pautado durante a TeQ 2016Feira Internacional de Fornecedores da Indústria Química e de Processos – de 8 a 10 de novembro, no Rio Centro – Rio de Janeiro. O evento é organizado pela Deustsche Messe AG, através de sua subsidiária no Brasil, Hannover Fairs Sulamérica, em parceria com a alemã Dechema – Sociedade para Engenharia Química e Biotecnologia. “A nossa ideia é discutir temas cada vez mais atuais no que tange a todo o setor, com o objetivo de esclarecer e propor novos negócios para os envolvidos.”, destaca Valério Regente – Diretor Administrativo da Hannover Fairs Sulamérica.

Especialistas apontam que o conceito de Indústria 4.0 tem gerado avanços referentes à redução de custos, economia de energia, aumento de segurança, transparência nos negócios, aumento na qualidade de vida, entre outros aspectos. De acordo com artigo publicado no FIEB – Federação das Indústrias do Estado da Bahia, os progressos tecnológicos tornaram-se importantes, sobretudo no segmento das micro, pequenas e médias indústrias, que representam mais de 95% do setor industrial nacional.

Com os apoios do ESAB (European Section on Applied Biocatalysis) e também da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial),  outro ponto em destaque é a ideia de interconexão entre os sistemas, passando a troca de informações entre si, que vai desde a linha de produção até as tomadas de decisão no setor. Ou seja, essa nova realidade retrata um cenário mais conectado, o que proporcionará melhores condições de trabalho, bem como tomadas de decisões mais assertivas, tudo sob demanda e em tempo real.

De acordo com a organização da TeQ 2016, a Indústria Química brasileira é a sexta maior do mundo, já que o setor é um dos principais no País e está em franca ascensão. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o segmento encerrou o ano de 2014 com um faturamento líquido de US$ 156,7 bilhões, com investimentos voltados para as áreas de petroquímica, farmacêutica, cosméticos, indústria naval, siderúrgica e automotiva. Com o crescimento econômico do setor, o Brasil planeja se tornar a quinta potência de indústria química mundial nos próximos anos. O país também já́ é sede de grandes empresas como a 3M, Basg, Bunge Fertilizantes, Heringer, Braskem, Du Pont, Clariant, Bayer, Quattor e as de domínio público: Petrobrás e Vale.

Para mais informações sobre o evento que promete remodelar os setores de equipamentos laboratoriais, processos químicos e biotecnológicos, farmacêuticos e alimentícios, entre outros, acesse http://tecnologiaquimica.com.br.

A expectativa, segundo organizadores, é da TeQ 2016 oferecer cerca de 120 expositores e receber um público médio de 10 mil visitantes.

Fonte: Assessoria de Imprensa  TeQ 2016

 

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