Sondagem Indústria da Construção indica expectativas menos pessimistas para 2017

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Dados da Sondagem Indústria da Construção, divulgada ontem, terça-feira (24/01) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), revelam que a indústria da construção, que em 2016 operou com alta ociosidade, encerrando o ano com queda acentuada da atividade e do emprego.

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O indicador de empregou caiu 0,8 ponto, passando de 36,8 pontos em novembro para 36,0 pontos em dezembro. Já os índices de evolução do nível de atividade e de número de empregados variam de 0 a 100 pontos. A pesquisa foi realizada de 3 a 13 de janeiro junto a 523 empresas, sendo 159 de pequeno porte, 238 de médio e 126 de grande porte. Um dos problemas apontados pelos empresários para esse resultado foi a demanda interna insuficiente, resultado da atual crise econômica, seguido pela elevada carga tributária, alta taxa de juros e falta de capital de giro.

As dificuldades enfrentadas no ano levaram a insatisfação dos empresários quanto a situação financeira e a margem de lucro. De acordo com a sondagem, o acesso das empresas às linhas de crédito ainda é bastante restrito e foi agravado no último trimestre de 2016. No entanto, a sondagem revela que as perspectivas dos empresários para os próximos meses são menos pessimistas e, se concretizadas, podem trazer certo alívio para o segmento da construção em 2017. O indicador que mede o nível de atividade caiu de 39,3 pontos em novembro para 37,9 pontos em dezembro.  Números abaixo de 50 indicam queda. Clique aqui para acessar a íntegra da Sondagem.

Fonte: Boletim CBIC

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