Sem pressa: Guedes, Lira e Pacheco filosofam sobre o retorno do Auxilio Emergencial

R$ 250,00, já dará para comprar carne, arroz, feijão e lenha. Gás de Cozinha(R$ 100,00) ficará pra quando o Brasil crescer em V, como disse Paulo Guedes.

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Fevereiro, 2021 – Irresponsabilidade, desleixo, falta de noção, deixa para lá, vou cuidar do meu primeiro, o importante é o mercado, enfim são muitas definições para classificar Paulo Guedes e sua equipe econômica, além dos novos presidentes da Câmara dos Deputados – Arthur Lira (PP-AL) e o Rodrigo Pacheco, atual presidente do Senado, para solucionar o retorno do Auxílio Emergencial.

Para Guedes, o que importa é REFORMA, REFORMA, CORTE,CORTE, DEMITE. Uma linha diferente desse foco, nem pensar para o chefe da economia. Ao contrário do Brasil, diversos países como Alemanha, Reino Unido, Austrália, EUA, China, França entre outros “Neoliberais” estão despejando trilhões nas suas próprias economias para socorrer nações do pior ou seja, da morte.

Num momento de lucidez, o Vice – Presidente Hamilton Mourão, comentou sobre o Auxílio Emergencial para milhões de brasileiros sem renda: “Minha gente, a gente não pode ser escravo do mercado”, Mourão continua:. “Nós temos aí uns 40 milhões de brasileiros que estão em uma situação difícil, a gente ainda continua com a pandemia, a gente acredita que mais uns três, quatro meses a gente tenha uma produção de vacina capaz de começar um processo de imunização consistente”, falou o Vice.

Arthur Lira, após encontro  com Guedes e Pacheco afirmou: “Vamos cumprir uma agenda básica: o Senado com as matérias daquela Casa, e a Câmara com a reforma administrativa sob sua responsabilidade. Já há perspectiva de um retorno de alguns dispositivos o mais rapidamente possível, para termos tranquilidade para enfrentar a vacinação e dar continuidade à pauta econômica e à pauta social, que preocupam o governo e o Congresso. Todas elas serão tratadas com rapidez e transparência e com o maior esforço para dar garantias aos mais vulneráveis” Fonte: Agência Câmara de Notícias

Pacheco, presidente do Senado diz — É fundamental que haja uma cláusula de calamidade pública para que tenhamos condições de fazer a flexibilização necessária para que haja o auxílio. Vamos trabalhar no decorrer do Carnaval e submeter a proposta ao Colégio de Líderes na quinta-feira [18] — explicou Pacheco, sem detalhar como funcionaria a cláusula. Fonte: Agência Senado

Econômico nas suas falas, Paulo Guedes ao fim da reunião :“Nosso compromisso é com a saúde, a vacinação em massa e o auxílio emergencial, com o compromisso com a responsabilidade fiscal”, disse Guedes. Fonte: Agência Câmara de Notícias

Sem filosofar, 230 mil brasileiros já perderam suas vidas em decorrência da Covid-19, é outros milhões estão desempregados.

 

 

 

” A gente não pode ser escravo do mercado.

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