Sem Joaquim Levy, BNDES amarga crise provocada pelo governo federal

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Por Pablo Marlon

Junho, 2019 – Demitido no sábado(14), pelo presidente Bolsonaro, – alegando que o economista Joaquim Levy, 2º nome do FMI (Fundo Monetário Internacional), não estava seguindo suas ordens – , Bolsonaro disse :” Ele está com a cabeça a prêmio”. A gota d´água que gerou a demissão de Levy, deu-se pela nomeação do Marcos Pinto, que trabalhou na gestão Dilma. Marcos, é economista, respeitado pelo mercado financeiro e com expertise no setor econômico. O atual presidente, que já estava tranquilo com a presença do Levy no seu governo, enxergou na indicação do Marcos, um bom momento para provocar  a saída do economista e também do assessor indicado pelo presidente do BNDES. 

Outros problemas da crise do BNDES: abrir a caixa preta do BNDES, na qual suponha-se que os investimentos feito pelo banco em Cuba e Venezuela apresentava irregularidades. Em relação a este fato, o BNDES já tinha divulgado no 1º semestre que não encontrou nenhuma irregularidade nessas transações internacionais, tanto em Cuba quanto na Venezuela. Os serviços de engenharia do Brasil que eram prioridades naquela ocasião.

Ainda, no mês passado, uma outra crise tomou conta do Banco, o Fundo Amazônia, financiados pelos governos da Alemanha e da Noruega, criticaram fortemente uma ação do Ministério do Meio Ambiente que levou a demissão da diretora do Fundo no Brasil. A funcionária erá do quadro funcional do BNDES, o que levou imediatamente a uma carta de repúdio da AFBNDES (Associação dos Funcionários do BNDES).

Por fim, no domingo(15) pela manhã, Joaquim Levy desistiu do governo e divulgou uma carta pedindo demissão.

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