Rio de Janeiro agoniza com a corrupção

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Prisão dos 06 conselheiros do TCE-RJ e prisão coercitiva do presidente da ALERJ – Jorge Picciani – PMDB reforçam a idéia de que o Rio de Janeiro ainda não chegou ao fundo do poço.

TCE 2017 HOJE OK

Março, 2017 – Entre todos os estados brasileiros, o Rio sem dúvida tem um papel fundamental na estrutura econômica do Brasil. O Rio de Janeiro é o estado que mais recebe de turistas no país, a cidade há anos promove grandes eventos mundiais como: Carnaval, Revellion, Rock in Rio, é, desenvolve outras vocações econômicas importantes, Petróleo e Gás e Serviços Públicos. Ainda assim, com todas essas benesses a gestão pública estadual não foi capaz de criar um projeto de longo prazo para o Rio.

O resultado dessa péssima gestão administrativa dos últimos 15 anos, deixou o Rio sem nenhuma expectativa de mudança e melhora na economia pelos menos para os próximos 05 anos. Os salários dos servidores públicos continuam atrasados e sem décimo 13º, a UERJ continua parada – milhares de alunos prejudicados, empresas prestadoras de serviço do estado não recebem seus pagamentos, além do sucateamento das empresas públicas estaduais. Neste sentido, o reflexo dessas más gestões públicas econômicas e políticas têm atingido diretamente toda uma cadeia produtiva de serviços: comércio, serviços, turismo, construção, energia e petróleo e gás.  

Num estado que o ex-governador Sérgio Cabral encontra-se preso junto com seu grupo de corruptos envolvidos na operação Lava Jato, é, hoje (29), a Polícia Federal prende 06 membros do Tribunal de Contas do Estado (TEC-RJ), incluindo o presidente atual, além de Jorge Picciani –PMDB, presidente há décadas da Alerj – conduzido coercitivamente a depor, temos um cenário complicado pela frente. E o governador Pezão, o que tem feito?

Em nota, o PSOL pediu o afastamento do presidente da ALERJ, Jorge Picciani – PMDB.

 

 

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