Lab Habitação: inovação e moradia está com as inscrições abertas

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Julho, 2020 – O programa de aceleração de curta duração vai selecionar até 15 negócios de impacto social para uma jornada de 12 semanas. Os três negócios que se destacarem ao longo do processo poderão receber capital semente de R$ 30 mil cada e acesso a uma metodologia de desenvolvimento do negócio intensiva e personalizada com duração de até três meses após a conclusão do programa. Gratuitas, as inscrições estão abertas até 24 de agosto e podem ser feitas pelo site www.artemisia.org.br/labhabitacao/

  A missão do seu negócio é tornar as moradias mais dignas e salubres? Com esse mote propositivo, Artemisia e Gerdau abrem as inscrições para a terceira edição do Lab Habitação: Inovação e Moradiaque conta com a parceria do Instituto Vedacit, Tigre e Votorantim Cimentos, além do apoio da CAIXA, do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e da Vivenda. O programa de aceleração de curta duração está com as inscrições abertas de 4 a 24 de agosto e vai selecionar até 15 negócios de impacto social que estão endereçando problemas de habitação da população em situação de vulnerabilidade social. A proposta é fortalecer empreendedores que conduzem soluções destinadas a tornar as moradias mais saudáveis, dignas e confortáveis, com potencial de atender milhares de brasileiros. As inscrições podem ser feitas pelo site www.artemisia.org.br/labhabitacao/.

Para o Lab Habitação: Inovação e Moradia, as organizações realizadoras estão em busca de empreendedores de todo o Brasil, que tenham negócios inovadores, com potencial de gerar impacto positivo e que estejam alinhados aos temas: acesso à moradia de qualidade (foco em qualificar a moradia da população de menor renda com acesso a meios de compra, venda, aluguel, troca); reformas habitacionais (soluções que auxiliem a população de baixa renda a conseguir reformar suas moradias de forma acessível e desburocratizada); água e saneamento (focadas em promover acesso a serviços básicos de saneamento, água potável e coleta de resíduos); empregabilidade na construção civil (soluções que ampliem oportunidades de trabalhadores da construção civil e qualifiquem a mão de obra); inovação na construção civil (soluções que inovem a construção civil, gerando eficiência na produção, desenvolvimento de materiais e métodos produtivos); acesso a microcrédito habitacional (soluções que facilitem o acesso a crédito imobiliário com taxas acessíveis, podendo também auxiliar no pagamento de reformas na moradia); gestão de condomínios de habitação popular (soluções que qualifiquem e otimizem a gestão de condomínios e habitações populares, gerando inserção social e econômica às famílias impactadas); regularização fundiária (soluções que apoiem a regularização de famílias em ocupações irregulares e diminuam custos com burocracias do processo); infraestrutura e melhoria do espaço público (soluções que promovam a qualificação dos espaços públicos no entorno de moradias populares, com propostas de lazer, atividades físicas, benfeitorias); e energia (soluções que visem gerar eficiência energética, consumo consciente, geração distribuída e fontes alternativas de energia).

Em sua terceira edição, o programa traz algumas novidades: passou a ser totalmente online – formato que permite uma maior diversidade regional e responde ao contexto da pandemia da Covid-19 –; foi estendido, tendo agora duração de 12 semanas; as formações serão no final da tarde para melhor encaixe nas agendas dos empreendedores; novos conteúdos associados ao momento atual foram acrescentados à metodologia, sobretudo envolvendo os desafios de sobrevivência do negócio; e houve um aumento do valor do capital semente, que passou a ser de R$ 30 mil para cada um dos três negócios que se destacarem ao longo da aceleração. Além do recurso financeiro, os destaques também terão acesso, por mais três meses após o programa, a uma metodologia intensiva e personalizada com foco no desenvolvimento individual do negócio – um dos grandes diferenciais do ano.

Segundo Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemisia, o programa – que já apoiou mais de 50 empreendedores – foi idealizado para fortalecer os negócios de impacto por meio de conteúdos práticos, recursos e conexões relevantes para que as iniciativas sejam potencializadas e possam melhorar as condições de moradia de milhares de brasileiros. “Na edição 2020, a jornada será totalmente online e ministrada ao longo de 12 semanas. Para responder ao cenário atual, os conteúdos foram aprimorados para responder aos desafios do momento, o que envolve focar em habilidades empreendedoras e fortalecimento dos negócios. Nesse sentido, o lab trará capacitação sobre como o empreendedor pode identificar os principais desafios do negócio; validar hipóteses; conduzir ações mais assertivas; avaliar os resultados; e definir os próximos passos”, afirma a executiva, acrescentando que os participantes terão acesso a uma curadoria de conhecimento, composto por ferramentas e conteúdos de enfrentamento à crise.

Maure destaca ainda a relevância e urgência da temática: “É urgente lançarmos o olhar para o contingente de pessoas vivendo em condições inadequadas. Empreendedores e empreendedoras de todo o país têm desenvolvido soluções inovadoras e acessíveis, relacionadas aos desafios de moradia que afligem a população mais vulnerável. Iremos apoiar essas iniciativas para que possam se fortalecer e impactar positivamente a vida de muitos brasileiros.”

Para Marcos Faraco, diretor-executivo da Gerdau Aços do Brasil, “negócios de impacto social podem oferecer soluções que colaborem com os temas de habitação para população de baixa renda no país. Buscamos empoderar pessoas e empresas interessadas em transformar o cotidiano da população brasileira.”

Luis Fernando Guggenberger, executivo de Inovação e Sustentabilidade da Vedacit, ressalta que o Lab Habitação se preocupa com a jornada do empreendedor como um todo, trabalhando com uma série de ferramentas para o negócio social se desenvolver. “Pensar no pós é um grande diferencial. Temos que nos preocupar com a perenidade dos negócios. Em uma crise como a que enfrentamos atualmente, as startups que estão se desenvolvendo, em fase inicial ou de estruturação, ficam fragilizadas e precisamos pensar em mecanismos de suporte para apoiá-las. A atuação conjunta no Lab, visando o desenvolvimento a longo prazo, é essencial para o progresso do ecossistema de negócios sociais”, reitera.

Fonte: Instituto Vedacit

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