Infecção da economia e da sociedade pela Covid-19

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Alternativas para driblar a crise para manter as empresas funcionando 

Pelo menos 600 mil micro e pequenas empresas fecharam as portas e nove milhões de funcionários foram demitidos em razão dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus de acordo com levantamento realizado pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). A pesquisa também mostra que 30% dos empresários tiveram que buscar empréstimos para manter seus negócios, mas o resultado não tem sido positivo. Empresas que possuem uma cadeia de suprimentos global de alta complexidade precisam reagir rapidamente a esses eventos. Muitas delas têm estratégias de diversificação de fornecedores, aumento da capacidade de armazenagem, crescimento dos níveis de estoque e revisão da alocação de suas operações.

“Quando começou essa situação da Covid-19, a primeira coisa que nós da TransRuyz adotamos foi no aspecto segurança dos nossos colaboradores, quando utilizamos álcool em gel, passamos instruções em questão de estar lavando as suas mãos e estamos distribuindo máscaras. Estamos sempre conversando com o colaborador, perguntando se está tudo bem, se a família também está bem, é muito importante a gente saber como está a estrutura familiar nesse momento”. Foram essas atitudes que Antônio Ruyz, CEO da Transruyz e vice-coordenador nacional da Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas (COMJOVEM) da NTC&Logística, tomou em sua empresa. 

Sobre os impactos, Antônio já percebeu em sua empresa que há cerca de 10 dias houve redução no volume de cargas. Ao perceber a situação, falou com todos os agentes financeiros sobre a perspectiva e o planejamento deles, entendendo o que o mercado estava fazendo, o que o governo estava analisando, para então realizar ampla reestruturação. “Entendemos um pouquinho essa parte econômica, os reflexos que isso vai trazer, então estamos trabalhando para aproveitar as oportunidades que o mercado financeiro vai trazer com o dinheiro parado, o dinheiro barato, com custo operacional barato. A gente tem que ter essa visão que é importante estar buscando essa parte econômica que a gente tem aqui dentro da TransRuyz”.

“Custo é igual unha, temos que estar cortando constantemente, então nosso custo sempre foi bastante reduzido e estamos aprendendo muito. Vamos estar bem mais fortalecidos do que quando entramos nesse cenário atual de pandemia”, finaliza Ruyz.

Fonte: Assessoria de imprensa 

 

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