Grupo Rio Verde constrói resorts que seguem tendência mundial de compartilhamento de unidades

A propriedade fracionada destaca serviços inclusos, além de toda mobília, equipamentos e enxovais e alto padrão construtivo

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Dezembro, 2018 – O setor hoteleiro está se tornando um dos principais pilares do turismo brasileiro. De acordo com estudo da STR — grupo de mundial de empresas que desenvolve banco de dados e pesquisa no ramo hoteleiro — nos últimos quatro anos, a demanda por resorts cresceu mais de 20% no país e tem boas expectativas para 2019. Um dos principais motivos é o preparo do setor para a retomada da atividade econômica. Novos fundos imobiliários estão sendo estruturados e projetos de hotéis devem marcar o início de um novo ciclo de oferta hoteleira, com a boa expectativa que começa na gestão dos negócios.

O segmento aposta numa nova demanda ocasionada pelas vendas de unidades compartilhadas, que oferecem uma ampla rede de serviços e comodidades. São exemplos o Golden Gramado Laghetto Resort, em Gramado-RS e dois empreendimentos hoteleiros localizados em Olímpia-SP, o Olímpia Park Resort e Solar das Águas Park Resort, os quais serão administrados pela empresa Enjoy Hotéis. As três obras estão sendo construídas pelo Grupo Rio Verde e são resultados de uma parceria entre as empresas WAM Brasil, ABL Prime, PRG e Athiva Brasil em Gramado-RS e Grupo Scodro, WAM Brasil, ABL Prime e Griffe Investimentos em Olímpia-SP. As três últimas empresas, junto com a W Palmerston Holding, compõem o Grupo Natos, especializado em incorporação, comercialização e gerenciamento de empreendimentos imobiliários, de hotelaria e lazer, com sede em Goiânia.

“O modelo de uso compartilhado, muito difundido no mundo e em alguns destinos do Brasil, é o que melhor se adequou ao turismo para a família, que é o principal perfil dos visitantes de Olímpia”, afirma o CEO do Grupo Natos, Rafael Almeida.

Para Daniel Peres, diretor do Grupo Rio Verde, o Golden Gramado Laghetto Resort, terá grandes diferenciais construtivos, que serão fundamentais para o sucesso do conceito de cotas imobiliárias compartilhadas. “Gramado recebe anualmente seis milhões de visitantes e o Valor Geral de Venda do negócio gira em torno dos R$ 475 milhões, sendo, desse montante, R$ 200 milhões investido na construção”, analisa. As obras do resort tiveram início em julho deste ano, com previsão de entrega para o final de setembro de 2020. Ao todo, serão construídos 345 apartamentos na modalidade apart-hotel, distribuídos numa área de 31 mil m², com completa infraestrutura de lazer e entretenimento, como piscinas aquecidas, hidromassagem, ambientes molhados com minibar e solarium, lounge com lareira, cinema/teatro, adega e pub com vista panorâmica, além de academia profissional completa. Sobre o sistema comercial adotado, a cota imobiliária compartilhada é um conceito inteligente, que segue a tendência mundial do mercado imobiliário e hoteleiro de lazer. Consiste no proprietário pagar apenas pelo tempo de uso e evita o custo de um imóvel vazio. O resultado é uma alta taxa de ocupação, mantendo em harmonia todo o projeto idealizado.

Já em Olímpia, a similaridade nos negócios – com o compartilhamento de unidades nos empreendimentos – é a mesma e reforça a tendência de que a estratégia comercial veio para ficar. “Estamos falando de oito torres nos dois empreendimentos, com 1.912 unidades de apartamentos e investimentos na ordem de R$ 900 milhões”, explica. O investimento no Olímpia Park Resort é de R$ 400 milhões.

A primeira fase já foi entregue em abril pelo Grupo Rio Verde com o funcionamento pleno de duas torres e duas salas de cinema no entorno. Ao todo serão quatro torres, com as tradicionais piscinas aquecidas, restaurantes e outros atrativos. Em novembro foi finalizado um shopping com 10 lojas, uma unidade da rede de fast food Burger King, já em funcionamento. O local estará totalmente pronto até julho de 2019, com a entrega de mais acomodações.

Até novembro de 2020 o Solar das Águas Park Resort também estará pronto. A obra, realizada também pelo Grupo Rio Verde, conta com um investimento de R$ 500 milhões. “Desde a concepção, o foco do compartilhamento das unidades se faz presente em todas as etapas do projeto construtivo. Os resorts passam a ser idealizados para contemplar muitos serviços. É como se a família estivesse em casa e ao mesmo tempo tendo uma experiência marcante, que a faça estar sempre querendo retornar”, diz o diretor do Grupo.

Fonte: Imprensa/ rupo Rio Verde

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