Erika Bernardino Aprá é eleita presidente da ALMACO

Trata-se da primeira mulher a dirigir a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos

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Fevereiro, 2019 – Erika Bernardino Aprá, 41, é a nova presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). Formada em publicidade e jornalismo, ela ocupou ao longo dos últimos onze anos os cargos de gerente de marketing e gestora geral da ALMACO. Seu mandato terá duração de três anos, prorrogáveis por mais três – é a primeira mulher a presidir a ALMACO, entidade fundada em 1981.

“A escolha de uma executiva independente, que não está ligada a uma determinada empresa do setor, reforça o perfil cada vez mais profissional da ALMACO”, comenta Erika. Rodrigo Braga (Owens Corning) e Marcelo Aguiar (Tecnofibras) assumiram os cargos de 1º Vice-Presidente e 2º Vice-Presidente, respectivamente.

Disseminar o conhecimento acerca dos materiais compósitos é o foco da nova gestão. A estratégia, observa a presidente, baseia-se na realização de cursos, workshops, jornadas técnicas e treinamentos in-company, entre outras atividades.

“Vale a pena destacar também o fortalecimento e a ampliação do número de comitês setoriais, visando à busca por novas oportunidades de negócios para todos os integrantes da cadeia produtiva dos compósitos”, afirma Erika. Em paralelo, a nova administração atuará de maneira intensa como interlocutora entre os associados e os órgãos governamentais. “A ideia é atender, da forma mais abrangente possível, às demandas e pleitos que surgirem”, observa.

Mercado em expansão

O setor de compósitos – um tipo de plástico de alta performance – fechou 2018 registrando um faturamento de R$ 2,697 bilhões, alta de 3,8% em comparação ao ano anterior. O consumo de matérias-primas no período alcançou 202 mil toneladas, volume 3,1% maior do que o anotado em 2017. Os números são da Maxiquim, consultoria contratada pela ALMACO.

As indústrias de transporte, com destaque para as montadoras de veículos agrícolas, e a de infraestrutura, com foco na expansão das redes elétricas – postes e cruzetas de compósitos são largamente utilizados nesse segmento –, seguiram respondendo pela maior parte do volume consumido. Também ajudaram a ampliar em 5% o número de vagas de emprego geradas em 2018 pelo setor, totalizando 63 mil postos de trabalho.

Para 2019, Erika confia na retomada dos demais mercados que mais consomem os compósitos, principalmente o da construção civil, líder brasileiro na demanda pelo material. “Com a estabilidade política e a melhora do cenário econômico, a construção tende a ser uma das primeiras beneficiadas”, completa.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br.

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