DunDun Cerâmica atua no desplacamento, aumenta produtividade e gera economia para construção civil

Inovação rende cinco vezes mais e é duas vezes mais produtiva que a argamassa colante

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Fevereiro, 2020 – Atenta às transformações do mercado, a FCC, indústria gaúcha de Campo Bom, busca apresentar soluções para atender as demandas do segmento de construção civil. A mais recente inovação apresentada pela empresa é a argamassa polimérica DunDun cerâmica, lançamento indicado para uso em paredes e pisos e que busca substituir a argamassa colante tradicional. “Atualmente, são 2,6 milhões de m² desplacados em revestimentos cerâmicos internos, nos últimos 5 anos. Com isso, percebemos que tínhamos um mercado para entrar com a solução para um problema recorrente do segmento, buscando aumentar a produtividade e gerar economia”, aponta Phelipe Curti, Gerente de Negócios de Construção Civil da FCC.

Phelipe Curti – Gerente de Negócios de Construção Civil da FCC.

Um dos principais benefícios do lançamento é o aumento de produtividade, já que a DunDun cerâmica rende cinco vezes mais e é duas vez mais produtiva que a argamassa colante cimentícia. “Com a argamassa colante são necessários 10kg para fazer 1 m², já com a DunDun cerâmica você precisa de apenas 2kg para fazer a mesma metragem”, esclarece. Entre os diferenciais que o produto oferece ainda está a flexibilidade. “A argamassa colante é muito rígida e não tem capacidade para absorver a movimentação estrutural e a dilatação higroscópica da cerâmica, resultando no desplacamento das peças por tensão de cisalhamento”, explica Curti. Nesse sentido, a flexibilidade é de extrema importância, pois permite a absorção dessas movimentações. “Com a DunDun cerâmica temos no mínimo 90% de melhoria nos desplacamentos cerâmicos”, complementa.

Além da proposta inovadora, o lançamento também vai ao encontro de outro pilar da empresa: a sustentabilidade. “A DunDun cerâmica é altamente sustentável, pois nos pontos que temos controle, que é a produção, nós reduzimos em 10 vezes a emissão de gás carbônico na atmosfera”, destaca Curti, lembrando que a cada tonelada de argamassa colante produzida são emitidos 600g de CO2.

A inovação ainda exige uma mudança de paradigma por parte do mercado brasileiro, justamente por se tratar de um produto diferenciado quando comparado à argamassa colante. “Acontece que na argamassa colante cimentícia, na aplicação convencional, o barulho oco é sintoma de uma manifestação patológica, revelando um problema. No caso da DunDun cerâmica, por menor que seja a possibilidade, pode-se encontrar uma ou outra placa apresentando som cavo, mas isso não significa uma manifestação patológica e sim uma metodologia diferente de aplicação que não compromete em nada a funcionalidade”, destaca Curti. “Comprovamos e apresentamos todos os ensaios, desde a utilização da furadeira simulando a instalação de móveis até a planicidade da parede”, reforça. Assim, o som cavo não é um problema quando se fala de composto polimérico, apenas refere-se à metodologia de aplicação do produto.

Inovação já está presente nas maiores construtoras brasileiras

A DunDun cerâmica é resultado de dois anos de pesquisas, realizadas na unidade de Campo Bom da FCC, no itt Performance no RS, no Instituto Falcão Bauer em São Paulo e na ABCP (Associação Brasileira de Cimento  Portland) em São Paulo. No momento, a inovação está presente no mercado através das maiores construtoras do Brasil e, em breve, o produto estará disponível ao varejo. Curti explica que essa estratégia de início permite rastrear o produto, já que se trata de uma inovação com aplicação diferente da argamassa colante cimentícia. “Por isso, temos engenheiros presentes nas obras capacitando e acompanhando a mão de obra. Assim, temos controle e segurança de que o cliente está usando da forma correta”, complementa.

 

Fonte: Imprensa/FCCDunDun Cerâmica

 

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