63 milhões de inadimplentes no Brasil: Educador financeiro sugere que consumidor endividado busque a negociação com credores

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Por Severian Rocha

Julho, 2021 – Em crise econômica e social desde de 2014, quando estourou a operação LAVA JATO com o comando do Ex- juiz  justiceiro Sérgio Moro acabando com milhões de empregos nas principais cadeias produtivas do Brasil, Óleo e Gás, Construção Civil e Serviços entre outras. E ainda teve o Golpe de 2016 contra a presidenta Dilma Roussef e complô para elegerem os genocidas do Jair Bolsonaro(Presidente) e Paulo Guedes(Ministro da Economia), que praticam ações negacionistas na economia. O Auxílio Emergencial de R$ 600,00, caiu para RS 150,00.

Neste cenário caótico hoje temos: 530 mil mortos em decorrência da COVID-19, 15 milhões de desempregados, 28 milhões no trabalho informas, 23 milhões na miséria, 700 mil pequenas e médias empresas fechadas, 63 milhões de brasileiros inadimplentes ou seja com extrema dificuldades em pagar suas contas básicas, inclusive casa, luz(Bolsonaro autorizou 32% de aumento na conta de luz) e água. Preços dos alimentos nem se fala !

Entretanto, saber caminhos para sairmos destas dificuldades econômicas é fundamental para vivermos melhor no “Novo Normal”. O Educador Financeiro César Karam reflete que o descontrole das finanças acontece pela desorganização advinda de rotinas muito aceleradas no dia-a-dia, fazendo com que sobre pouco tempo para cuidar do orçamento e planejar gastos e investimentos

A Confederação Nacional do Comércio (CNC) divulgou recentemente que 69,7% das famílias brasileiras estão endividadas e grande parte está impossibilitada de pagar suas dívidas sem comprometer a sobrevivência.

Por conta do fechamento de postos de trabalho, que acelerou as taxas de desemprego, corte de salários etc., a informalidade ganhou espaço no mercado e fez surgir várias maneiras de engrossar a renda familiar. Karam observa que para aqueles profissionais que se dão bem com o digital, a prestação de serviços como freelancer pode ser uma excelente opção. “Há uma demanda cada vez maior por pessoas que produzam textos, posts e vídeos para mídias sociais e tudo mais que envolva a internet”, assegura. E para os que preferem o mercado offline, uma boa fonte de ganhos extras pode estar escondida atrás da produção de alimentos, que podem ir de marmitas a sobremesas, ensina.

O educador financeiro recomenda aos consumidores com dívidas atrasadas que busquem negociar com o credor a redução nas taxas de juros. “É interessante verificar a possibilidade de dever toda a quantia apenas para um devedor que cobre os menores juros e, assim, já quitar os demais”, explica. “Em seguida é preciso estabelecer uma prestação possível de pagar, e passar a ter controle total de suas despesas através de uma planilha, sistema ou mesmo um caderno”, frisa.

Karam sugere ainda que o consumidor procure ficar a par da Lei do Superendividamento que traz benefícios de renegociação de dívidas com melhores condições de pagamento.

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