50 milhões de brasileiros na pobreza: Bolsonaro, Rodrigo Maia e Paulo Guedes querem cortar o auxílio emergencial de R$ 600

Avaliado positivamente por diversos setores da sociedade e economia, ação econômica do Auxílio Emergencial reduziu necessidades sociais emergências no da pandemia.

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Por Rosy Pires

Agosto, 2020 – Numa guinada maluca ou melhor irresponsável, a equipe econômica do governo federal ignora o atual momento do país e tenta acabar com o Auxílio Emergencial de R$ 600. O desejo do governo é levar o Auxílio para R$ 200 ou R$ 300, com a justificativa que o beneficio é muito caro.

Em recente pesquisa divulgada pelo Jornal Folha de São Paulo/Data Folha(13/Agosto), os brasileiros aprovam o recurso emergencial e apoiam a sua manutenção até o final do ano com o valor atual. Não só são beneficiados os 50 milhões de brasileiros, o comércio de alimentos – supermercados, lojas de material de construção, pagamentos de serviços, no caso, pagamentos de contas de aluguel, luz, água e aluguel e remédios.

Na pesquisa do Instituto mostra que o índice dos que solicitaram o auxílio é mais alto entre os mais pobres (54%), entre os moradores da região Centro-Oeste e Norte (50%), entre os assalariados sem registro (71%) e entre os desempregados (75%).

Importante: Atendidos pelo programa emergencial gastam os recursos na compra de alimentos ou seja, brasileiros desempregados vão em massa aos supermercados.

Dos que já receberam ao menos uma parcela do auxílio emergencial, o principal destino do recurso é a compra de alimentos (53%), 25% para pagar contas, 16% para pagar despesas da casa, 1% para comprar remédios, entre outras respostas. Entre os que têm menor renda, 61% utilizam o dinheiro do auxílio para compra de alimentos. Entre os desempregados esse índice é de 62%.

Em entrevista divulgada pelo UOL/Folha e no Estadão, o Presidente Executivo do Carrefour e Atacadão,Roberto Mussnich, executivo presidente do Atacadão, que faz parte do grupo Carrefour, uma das maiores redes varejistas do Brasil. “É fundamental continuar com o auxílio, apesar de não saber “até onde vai a capacidade do governo”. Ele também elogiou a iniciativa como uma resposta “muito sensível e rápida”, afirma Mussnich.

Fonte: IBRE/FGV/ DataFolha

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