Produção registrada em 2025 consolida a atuação da construtora nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná e evidencia avanço da capacidade produtiva no segmento habitacional econômico
Ribeirão Preto (SP), 19 de janeiro de 2026 – A Vitta Residencial Construtora e Incorporadora encerrou 2025 rompendo a marca de 5 mil unidades habitacionais produzidas ao longo do ano, volume distribuído em empreendimentos nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. O resultado indica um avanço na escala operacional da empresa e posiciona a construtora entre os principais players nacionais do segmento de habitação econômica em capacidade produtiva anual.
O desempenho registrado reflete a estrutura da Vitta para operar, de forma simultânea, dezenas de frentes de obra em diferentes regiões do país. Ao longo do ano, a construtora manteve cerca de 40 canteiros ativos, mobilizando uma operação que envolveu mais de 29 mil postos de trabalho. “Chegar a esse patamar é resultado de planejamento, controle de processos e maturidade operacional construída ao longo dos anos, com foco em escala, eficiência e sustentabilidade do negócio”, afirma José Márcio Freitas Pereira, diretor executivo de Engenharia Estratégica da Vitta Residencial.
Segundo o executivo, o marco de 5 mil unidades traduz não apenas volume, mas também consistência na execução. “Mais do que alcançar um número, o que importa é a forma como ele é construído. Produzir nessa escala exige organização técnica, controle de qualidade, segurança nos canteiros e equilíbrio econômico. É um resultado que reflete processos maduros e equipes bem estruturadas”, completa.
Expansão regional e contexto econômico
O desempenho de 2025 está diretamente associado à expansão geográfica da Vitta e à consolidação de novas regionais fora do eixo tradicional do interior paulista. Cidades como Araraquara (SP), Londrina (PR), Uberaba e Uberlândia (MG) tiveram participação relevante no volume anual, evidenciando a estratégia de crescimento em mercados com demanda consistente por moradia acessível, através de parcerias com programa habitacionais como Minha Casa, Minha Vida.
De acordo com Dennys Figueira Gomez, diretor executivo de Produção da Vitta Residencial, o avanço ocorreu de forma orgânica, acompanhando as oportunidades do mercado. “É um crescimento construído gradualmente, com base em planejamento e disciplina operacional. A marca de 5 mil unidades era um objetivo interno, que já havia sido buscado em outros ciclos e agora foi alcançado”, explica.
O cenário macroeconômico teve influência direta nas decisões estratégicas ao longo do ano. Com taxas de juros elevadas, o mercado de habitação econômica ganhou ainda mais relevância e, dessa forma, direcionamos os esforços para ampliar nossa produção, mantendo controle, previsibilidade e foco em eficiência operacional”, avalia Gomez.
Impacto produtivo e cadeia da construção
A produção anual mobilizou uma ampla cadeia da construção civil. Em 2025, a Vitta consumiu mais de 8,2 milhões de blocos de concreto, 45 mil metros cúbicos de concreto, 2 mil toneladas de aço e executou cerca de 565 mil m² de alvenaria, números que evidenciam o porte da operação e seu impacto indireto sobre indústrias, logística e serviços associados.
Para sustentar essa estrutura, a Vitta conta atualmente com mais de 1.300 colaboradores diretos, enquanto o Grupo Bild, do qual a construtora faz parte, reúne mais de 2.500 profissionais. Considerando equipes diretas e indiretas, a operação envolveu milhares de trabalhadores ao longo das diferentes etapas produtivas.
Trajetória e escala acumulada
Fundada em 2010, em Ribeirão Preto (SP), a Vitta Residencial integra o Grupo Bild e atua hoje em 26 cidades nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Em 15 anos de atuação, a construtora lançou mais de 150 empreendimentos, somando cerca de 44 mil unidades habitacionais, das quais mais de 28 mil já foram entregues. “Atingir 5 mil unidades em um único ano é um marco dentro de uma trajetória mais ampla. Ele dialoga com a história da empresa e com a capacidade de execução construída ao longo do tempo, além de apontar para a continuidade desse crescimento nos próximos ciclos”, conclui José Márcio Freitas Pereira.


