Carnaval 2018: Som ruim atrapalhou escolas do Grupo Especial do Carnaval carioca. Engenharia de som ficou devendo

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É inacreditável que um espetáculo reconhecido internacional como uns dos melhores do mundo, no caso, os desfiles das Escolas de Samba da Marquês de Sapucaí-RJ, tenha ainda um som de péssima qualidade.  Muitas escolas de samba do grupo especial e do grupo A saíram prejudicadas com este problema. A direção da GRES Mocidade de Padre Miguel já tinha reclamado do problema durante o teste de som. 

Mauro Pimentel – AFT /El Pais

Rio, Fevereiro, 2018 – O Carnaval carioca sempre uns dos mais concorridos do mundo ainda sofre com alguns problemas, como, Economia fraca, no estado do Rio, a crise é latente em relação ao restante do Brasil; Escolas de Samba sem dinheiro, Prefeito Marcello Crivella que boicota a festa e a falta de segurança que assombra cariocas e turistas. Ainda assim, por várias situações do destino a cidade recebeu na folia de 2018, milhões de visitantes do Brasil e de fora, muitos argentinos. Muita empolgação e entusiamo nos blocos e na Sapucaí. 

Agora, o que faz uma festa da magnitude dos desfiles da Avenida Sapucaí ter um som tão ruim? Em 2019, por favor chamem uma empresa de som qualificada, com engenheiros e técnicos gabaritados e coloquem uma mesa de mixagem somente para a Bateria. Neste ano de 2018, não se deu para ouvir  todos os instrumentos das baterias..como o repique, Caixa, Tamborins e etcc…

No mais parabéns para a Beija Flor campeã de 2018 e a ilustre e xodó do público, a GRES Paraíso do Tuiuti pelo segundo lugar no carnaval carioca, do Brasil. 

 

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